Nosso planeta está esquentando há muito tempo, mas a presença do ser humano, a poluição, a utilização não sustentável e depredação dos recursos naturais fazem com que o aquecimento do planeta — que é perfeitamente natural — seja acelerado e o clima esquente mais do que deveria, e como consequencia geleiras imensas têm derretido. Elas, por sua vez, farão com que haja desde mudança na direção do fluxo das correntes marítimas e alterações climáticas severas, a até mesmo tsunamis jamais vistos.
Para reduzir o ritmo do aquecimento da Terra, existem diversas atitudes que podem ser tomadas, com tecnologias amplamente difundidas. O monóxido de carbono lançado no ar é uma das principais causas, e pode ser reduzido com a simples instalação de filtros nas chaminés das indústrias. Os automóveis movidos a combustão interna também são grandes vilões, pois o número de veículos nas ruas só aumenta.
Já existem várias empresas, entretanto, que investem em projetos de veículos que utilizam fontes renováveis de energia, como a própria energia elétrica. O Baixaki já fez um artigo sobre o
ULTra, por exemplo, que é uma espécie de táxi elétrico que trafega sobre estradas exclusivas, trajetos pré-definidos. Além de reduzir os níveis de poluentes, a solução também diminui o stress do trânsito nas ruas e proporciona maior qualidade de vida para os usuários.
A revista Época de 3 de novembro de 2009 dedicou sua reportagem de capa justamente aos carros elétricos, que já possuem bons projetos desde a década de 1990, mas só agora, em 2010, é que começam a sair do forno e serem apresentados ao público. "Eles ainda são caros e têm pouca autonomia. Mas a revolução na indústria automobilística já começou. E os primeiros modelos chegarão ao Brasil em 2010." — afirma a reportagem.
Existem vários sites que se dedicam a falar sobre o carro elétrico no Brasil. Um deles é da
Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE) e o
Clube do Carro Elétrico, ambas organizações não governamentais. A montadora italiana Fiat possui um protótipo de Palio elétrico. Veja a
galeria da revista Veja.
A modificação de áreas nativas, como o desmatamento ou o alagamento por conta da construção de usinas hidrelétricas, também contribui para o aquecimento global, já que muda de forma artificial a paisagem do local.
A alternativa seria utilizar diferentes fontes renováveis de energia. O sol produz uma quantidade gigantesca de energia que não é aproveitada, pois são poucos os lugares onde a captação da energia solar é feita.
A energia eólica também é pouco utilizada, mas para certas regiões seria uma ótima solução. Ambas as tecnologias são completamente limpas, não poluem e não requerem modificações na paisagem natural do local onde são instaladas.