Ao nos debruçarmos frente a atual realidade mundial, vemos o factual estado de Corrupção, Violência e Volúpia (no homem), tendo como produto disto, a Exploração, o Terrorismo e a Lascívia (na sociedade) e, a Colonização, Guerra e Promiscuidade (no mundo), fato ao qual chamamos de CAOS MUNDIAL, e/ou CAOS SOCIAL GLOBALIZADO.
Com o intuito de estudar para explicar, bem como transformar essa realidade, é que a Sociologia Criativista estabelece que o atual Caos Social que encontra-se a humanidade é Fato Social, para tanto transforma-o em objeto de pesquisa utilizando de seu método para encontrar as respostas e mecanismos necessários para a extinção do mesmo.
Enfim, espera-se com tal empreendimento auxiliar a humanidade na minimização, contenção e extinção do Caos que tem estado presente no homem e na sociedade promovendo uma grande onda de degeneração.
É fato, que o fim da sociedade é o homem, logo, o homem sem a sociedade não é homem e a sociedade sem homens não é sociedade, porquanto o Todo sem partes não é Todo e as partes sem Todo não são partes, por conseguinte o Todo é igual às partes que a compõem, pois nenhum ser vive isolado. Parece-nos claro não ser necessário tanta análise para se chegar a esta conclusão. Então se há um CAOS na SOCIEDADE (TODO), há também um CAOS no INDIVÍDUO (PARTE). Agora, cabe-nos investigar se este CAOS se origina na Parte para o Todo ou no Todo para a Parte. Para tanto vale o uso de nosso Método:
MÉTODO DE COMPREENSÃO DO CAOS NA SOCIEDADE
FATO/FENÔMENO/EVIDÊNCIA/OCORRÊNCIA: "DESINTEGRAÇÃO SOCIAL"
1. O Objeto em que se refere à ação: A SOCIEDADE
2. O Agir: CAOS (Exploração, Terrorismo e Lascívia)
3. Centro de onde partem as ações: O HOMEM
MÉTODO DE COMPREENSÃO DO CAOS NO HOMEM:
FATO/FENÔMENO/EVIDÊNCIA/OCORRÊNCIA: "DESINTEGRAÇÃO SOCIAL"
1. O Objeto em que se refere a ação: O HOMEM.
2. O Agir: CAOS (Corrupção, Violência e Volúpia)
3. Centro de onde partem as ações: Pensar com pensamento.
O Caos Mundial fenômeno que estamos analisando está afeito à existência nos homens da Corrupção, Violência e Volúpia, que transparecem na Superestrutura da Sociedade (CULTURA), pois é factualmente perceptível que só há Sociedade Corrupta, Violenta e Voluptuosa se há na composição da mesma indivíduos Corruptos, Violentos e Voluptuosos, porquanto estas qualidades estão afeitos à individualidade dos indivíduos, pois a história da humanidade nos mostra que desde os tempos remotos, por exemplo: Sociedades Primitivas, percebe-se a existência destas três qualidades nos indivíduos. (HOMINIZAÇÃO - Em pesquisa Antropologia em andamento). Fica claro então, que não é o sistema que muda o homem e sim o homem que muda o sistema, sendo por isso que vemos no mundo atual, grande parcela da humanidade sendo marginalizada, explorada, chacinada etc. ..., pois o homem tem mudado o sistema à sua conveniência, transformando assim, a SOCIEDADE em um campo de batalha, onde há a predominância do ORGULHO, IGNORÂNCIA E VINGANÇA, tudo isso devido a falta de CONSCIÊNCIA SOCIAL E/OU ESPIRITUAL, ou seja, falta de compreensão das Leis Naturais que Regem o Universo. É evidente o fato de que o homem é produto do que sente, pensa e age, bem como do meio em que vive, logo, se o homem pensa com o uso do Pensamento Fixo, ou seja, baseado em referenciais externos (PADRÕES, CONVENÇÕES, COSTUMES e ETC.), só ampliará o CAOS em si e no todo que faz parte e, como as árvores fixas se quebram quando vem as tempestades naturais, os homens fixos se quebram nas crises da vida. Portanto importa para a humanidade que o homem pense com o uso do Pensamento Flexível, baseado em referenciais internos de sua CONSCIÊNCIA, ou seja baseei sua ação em códigos perenes e Imutáveis de Leis naturais que Regem o Universo, ou melhor, baseei-se na CULTURA ESPIRITUAL, esta que trará a humanidade no mínimo segurança e lucidez, coisa que tem estado um tanto quanto escasso na SOCIEDADE ATUAL.
Por conseguinte para a contenção, minimização e extinção do CAOS SOCIAL que encontra-se este orbe, interessa que façamos algo, pois caso contrário viveremos ainda muito tempo escravos da ignorância e inconsciência. Para que haja alguma mudança deve-se partir do Indivíduo, trabalhando através da EDUCAÇÃO quer seja FAMILIAR, ESCOLAR E/OU SOCIAL seus três níveis de desenvolvimento, o físico, o psíquico e o moral/espiritual, as suas três áreas do viver, o pessoal, o profissional e o espiritual, bem como os seus três níveis do viver sentir, pensar e agir de forma integrada com o Todo que faz parte, para o seu auto-desenvolvimento, auto-conhecimento, e sua auto-integração, para termos como produto disto a INTEGRAÇÃO da SOCIEDADE, ou seja, uma SOCIEDADE INTEGRAL. Portanto, vale lembrar que para isso é essencialmente necessário e justificável melhorar, ou melhor, aprimorar a Educação no Mundo Atual, transformando-a em uma Educação Integral, para a Formação do Homem Integral.
Porquanto como vimos, é perene e imutável, bem como factualmente perceptível que o homem ainda não conseguiu usar, entre as suas diversas qualidades, a do PENSAR, sem criar em si mesmo, e de si para o todo, O CAOS, inclusive este em que atualmente nos encontramos, caracterizado na sociedade, inclusive, pela CORRUPÇÃO, VIOLÊNCIA e VOLÚPIA, em graus exageradamente alarmantes e parecedores sem fins e sem precedentes, demonstrando, assim, o que temos como produto de nossas ações do nosso dia-a-dia de relações até então. "Afinal, O CAOS social é uma demonstração indubitável de nosso CAOS individual, porquanto não há sociedade se não há homens vivendo sob normas comuns e de interesses próprios. A manifestação do CAOS exterior é uma demonstração inegável do nosso CAOS interior. Ele é o resultado coletivo das nossas ações individuais do nosso cotidiano, porquanto é código perene e imutável das Leis Naturais, o fato insofismável de que os MEIOS DETERMINAM OS FINS”.
E se atualmente as nossas AÇÕES, por mais soberbamente edificada que sejam e estejam, quer pela RELIGIÃO, pela FILOSOFIA, ou pela CIÊNCIA, só temos tido, COMO RECEBIMENTO, COMO EFEITO, enfim, COMO REAÇÃO desencontros, desconfortos e confusão, ou melhor, só têm produzido e nos oferecido CAOS, logo é, evidentemente, dedutível que OS MEIOS que temos utilizado para embasar nossas AÇÕES do dia-a-dia de relações, para tal, são de valores idênticos, ou seja: CAOS. Parece-nos desnecessário muita análise para chegarmos a tal conclusão.
É fato inegável que morrem, diariamente, milhões de crianças famintas em diversos lugares do mundo. Embora conscientes do fato, é constante a indiferença por parte da grande maioria populacional ( detentora ou não de poder ) em dar início a medidas coerentes com resultados acreditáveis. O desinteresse é generalizado. Alguns julgam-se jovens demais para tamanha preocupação outros consideram-se muito velhos para possuir ideologia e suficientemente experientes para acreditar em mudanças. A ganância constitui outro fator de grande relevância. O desejo de possuir sempre mais de uma minoria privilegiada da população faz com que sejam esquecidos valores essenciais da vida como solidariedade e o respeito ao próximo.
Há ainda quem, por ausência de condições financeiras ou intelectuais aliene-se para não enlouquecer, pois o problema é grave e precisa de iniciativas. A realidade é vista como uma ficção. O medo de encará-la, seja qual for o motivo (por comodismo ou não), traz ao mundo perspectivas negativas para o novo século. A "paralisia sensitiva" torna o homem um animal como qualquer outro, pois sua privilegiada sensibilidade e capacidade de entendimento da realidade está atrofiando. As mudanças precisam acontecer antes que seja impossível a sobrevivência de considerável percentual da espécie humana, comprometendo a existência de futuras gerações. A vida será um desafio e os homens tornar-se-ão predadores na luta pela sobrevivência onde os mais fortes vencerão.
É importante ressaltar que o interesse ainda existe. Há quem faça algo para mudar, mas, infelizmente, é pouco demais se comparado ao caos social pelo qual passamos.
É perene e imutável, bem como factualmente perceptível de que o homem é também o produto do que SENTE, PENSA, e AGE, bem como do MEIO EM QUE VIVE. De que ele realmente PENSA para AGIR em seus diversos níveis e, por conseguinte, cada qual com velocidades e recursos peculiares. E é transformando o nosso MUNDO INDIVIDUAL que, em princípio, não mais criaremos, implantaremos e manteremos O CAOS no mundo; bem como, concomitantemente, não ampliaremos O CAOS que nele já existe. Assim, estaremos em condições indubitáveis para oportunizar a sua transformação. Por conseguinte, cabe a cada qual fazer sua parte. "Afinal é fato insofismável que O TODO sem AS PARTES não é O TODO; e AS PARTES sem O TODO, não são PARTES. O TODO em partes demonstra no todo, as partes que tem, aquele que, em si mesmo, as partes do TODO reconhece, demonstra no todo as partes do TODO que é e tem. Nós, os homens, a humanidade e o mundo somos um. Nós os fazemos como são e estão". Eis porque muito importa que nos ajudemos mutuamente para esse CAOS, em princípio, em nós mesmos possamos conter e minimizar o já existente, bem como, concomitantemente, não mais criar, implantar, manter e/ou ampliarmos no mundo novos CAOS”.
A sociedade atual encontra-se em total onda desintegração social, ou seja, vemos no mundo atual o Stress, a vida marginalizada de populações, um mundo caótico, fora de qualquer ordem, limitado ao uso da tecnologia para sobreviver e viver, e se divertir, sair de casa é muito perigoso, as ruas estão cheias de homens "mortos" ou quase "mortos" sem que ninguém saiba ou se preocupe em saber qualquer coisa a respeito deles. Esta é a velha e nova cara do mundo, tiros, balas perdidas, assassinato por diversão, vandalismo, depredação, promiscuidade, corrupção, decadência, CAOS!, sair de sua garagem bater na esquina e ser assassinado pelo barbeiro que bateu em você por que ele estava estressado. Ir comprar pão na padaria e nunca mais voltar são fatos cada vez mais comuns.
Estamos todos sujeitos a Ter que passar por essa revolução. Uma brusca mudança no sistema de produção como nunca houvera antes. Tal sistema nasce de um crescente caos social que abomina a civilização. Basicamente não existem saídas. As cidades estão sendo tomadas por ondas de caos provenientes das mais diversas fontes.
O trânsito, por exemplo, cada vez mais representa isto. O número de acidentes só cresce e a quantidade de mortes por brigas no trânsito ainda mais. Outro exemplo é a população marginalizada das cidade que sem possuir uma vida digna é levada ao mundo das drogas, furtos, assassinatos entre outras atividades que põem o sistema vigente em fase terminal. A tendência dessas populações aumentar é incrivelmente absurdas, graças ao desemprego que vem crescendo em todo o mundo, mostrando o teor mundial da crise. O proletariado atualmente não é mais lucrativo para o mundo, passaram a conquistar muitos direitos, receber maiores salários, o que somente os torna viável em países subdesenvolvidos como a China, onde tais conquistas não foram alcançadas.
O mundo precisa de camadas consumidoras, as fabricas necessitam de mais mercado, e trabalhadores das camadas mais baixas não tem condições de fazer parte desse. A tecnologia que vem dominando tudo é um fator que possibilita uma série de outros fatores interligados à mudança para o sistema que pode ser chamado de sistema virtual.
A população cada vez mais evitará deixar suas casas por qualquer motivo. Num futuro próximo sair de casa será desnecessário e as pessoas crescerão sem nunca ver o mundo, ou o submundo que será criado. Sair de casa torna-se portanto ao mesmo tempo desnecessário, graças a tecnologia, e inviável, devido ao submundo marginalizado. Sair de casa portanto representará na maioria da vezes a morte.
O sistema produção mudará drasticamente. As fabricas do futuro próximo serão as chamadas fabricas virtuais, com sistema totalmente automatizado, lugares que nunca irão necessitar de qualquer ser humano no local para o funcionamento. A produção será supervisionada através de sistemas sofisticados de segurança na própria casa do encarregado. Pois ninguém sairá de casa para o trabalho.
O sistema de escoamento da produção será bastante dificultado, devido às partes sem segurança estaremos fora de controle. Por um período de tempo sair de casa será impossível, até que uma conscientização ocorra e comecem a surgir áreas maiores com interligações. Novamente fortezas assegurarão a humanidade dos "bárbaros", entretanto diferentemente do sistema feudal as fortezas virtuais, serão capazes de manter o comércio e o mercado graças à tecnologia. O mundo exterior dos virtuais será limitado, porém com ambientes variados na medida do possível, deixando o resto para ser vivido fora da realidade dentro um mundo inexistente.
A atividade turística quase morrerá até que o desenvolvimento dos áreas asseguradas, a um nível mundial, ocorra. Mais tarde renascerá mas estará evidentemente limitadas às fortalezas virtuais. A pesar do crescimento das viagens sem sair do lugar tomarem grande parte deste mercado, as viagens reais poderão ser feitas em passarela fortificadas ou mais facilmente via aérea aumentará o uso de aeronaves menores à família comum.
Áreas residenciais e comerciais serão o único tipo de zonas existentes nestas fortalezas. A falta de espaço existirá, mesmo sem ser um grande problema já que a população dentro delas é consciente e educada (mantendo o número de habitantes sob um eficiente controle). O que limita em países existência de grande número de postos comerciais deixando a maior parte das compras a serem feitas através de redes de computadores. As áreas comerciais existirão exclusivamente para a diversão portanto terão preços muito acima do cobrado nas redes de computador. Tudo isso ainda principalmente devido ao fato de que ser atendido por pessoas implicará em um custo muito elevado ai que a mão de obra existente dentro de tal mundo extremamente qualificada. O crime dentro de populações virtuais será inexistente ao nível de furtos e assassinatos, opostamente ao da do submundo. Somente golpes milionários e atentados muito bem planejados poderão escapar da evolução, além desses crimes menores não interessarem uma população tão desenvolvida a fiscalização será extremamente fácil com um desenvolvimento tão grande.
Mas não se deve esquecer que as civilizações não serão o próximo período, mas sim o caos, que irá durar um longo período até que tais civilizações possam nascer e trazer a paz dentro dos limites assegurados. Sobreviver ao caos será uma tarefa cautelosa a ser tomada pela população consciente que limitada ao trabalho com a tecnologia trará soluções.
Perceba que os papéis de vis marginais será trocado com o do cidadão que terá que viver preso. Enquanto os marginais viverão na cadeia do mundo sem segurança.
Quanto ao desenvolvimento da espécie humana fora do forte, não é possível afirmar muito a não ser hipóteses. Sendo a primeira: o extermínio em pouco tempo, se uma espécie de organização na produção não condenando o submundo à fome. Sendo a Segunda hipótese: sistemas rudimentares levarão parte dessa população a um possível desenvolvimento e ao longo de milênios a possível reintegração ocorrerá, com inclusive possibilidade de o nascimento de uma subespécie diferenciada geneticamente devido ao convívio separado entre o mundo e submundo.
Eduardo Andrade

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